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Com 44 andares e 149 metros de altura SP terá prédio residencial mais alto da cidade.

Pelo mundo a fora, os edifícios altos são uma marca urbana. Arranha-céus não tratam-se mais de grandes construções que demonstrem poder ou um desafio para arquitetura e construção. Esse tipo de construção vem sendo considerada uma solução social e inteligente para o modo de vida das grandes cidades. Atualmente o maior prédio encontra-se nos Emirados Árabes. O Burj Khalifa é um colosso de 828 metros e 160 andares. Em Nova Iorque, o edifício One World Trade Center que nasceu das cinzas do terrorismo possui 541 metros de altura. O Shangai Financial Center e o International Commerce Center Hong Kong possuem 474 e 451 metros de altura, sendo sinal concreto do poder comercial. Em Harvard, o economista Edward Glaeser defende há alguns anos a verticalização como solução inteligente para as grandes cidades. Moradores mais distantes do centro, em geral, pagam mais caro por serviços essenciais, e dependem de mais recursos, tempo e dinheiro. Os ambientalistas chamam de “pegada de carbono” a quantidade de poluentes gerados por atividade ou por uma pessoa. A “pegada” deixada por uma residência é, geralmente, maior que a de uma unidade em edifício.

No Brasil, ainda que muitos costumes sejam diferentes dos americanos, uma casa também tende a custar mais caro para o bolso e para o meio ambiente. Pensando nisso, a Incorporadora Gamaro criou um projeto e iniciou a construção de um empreendimento que será o maior arranha-céu residencial de São Paulo. O empreendimento terá 38 mil m² de terreno e 6 torres, sendo 2 delas com 44 andares e 149 metros de altura. Um terço do terreno será ocupado pelos edifícios, o restante do espaço será de Mata Atlântica nativa, recuperada por paisagistas e botânicos contratados pela Gamaro. Além disso, a taxa condominial mensal terá um baixo-custo mesmo sendo um imóvel AAA. Isso pelo fato de ser diluído entre muitas unidades.

 “Nós tínhamos um terreno gigantesco no coração financeiro de uma cidade extremamente carente de espaço e áreas verdes. Poderíamos construir muitos prédios, entretanto, perderíamos um espaço que poderíamos compartilhar com a população e isso vai contra o capitalismo consciente, que é o foco da empresa. A solução que encontramos foi crescer para cima ao invés de para os lados. Isso aumenta a permeabilidade do solo e pudemos colocar de pé um parque com 25 mil m² que será aberto para a população, administrado e cuidado pela iniciativa privada. O arranha-céu vai muito além de apenas um ícone para a cidade. É a solução sustentável para as megalópoles”, finaliza Vinicius Amato, diretor de Incorporação da Incorporadora Gamaro.

Crédito Foto: Divulgação


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